sábado, 17 de dezembro de 2011

Flagelos

Um texto antigo e com cara de coisa de criança. Mas la vai... 



 Mais uma vez a tristeza desola meu coração, e eu me sento abobalhavelmente em frente a um computador, tentando escrever um “num sei o que lá” que possa apaziguar meus sentimentos. Há! Doce ilusão. Fosse assim todos que tivessem um computador deveriam ser felizes.

Tanta coisa queria eu dizer,
E não encontro ouvidos para me ouvir.
Digo às paredes,
E sua resposta é a pior possível:
Total silêncio.

As incertezas se difundem
Se confundem no vento,
Vento que sopra o pensamento.
Ora brisa suave,
Ora como tormenta.
Assim não há quem agüenta
Mas ele venta,
Pra lá e pra cá.
Nem mesmo sabe onde vai parar,
Não sabe porque ele não para.

Para poesia barata não há inseticida que resolva.

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