Ando exausto das fajutas promessas que tenho ouvido;
Entretanto, é mais que certo que que ainda devo fingir assentir incontáveis vezes;
Não como um ser ingênuo que já fui, e sim, com desdém e com a irrelevância de quem conhece a natureza humana. dos que querem enganar, sem querer. E dos que não querem querer, querendo.
É que a gente tem apresso por se ludibriado.
Iludido pelo governo, pela igreja, pelo amor, pelo sexo e por nós mesmos.
Acreditamos nas promessas que sabemos: Não poderão ser cumpridas!
Assim, asseguramos também nós, juramos de pés juntos e dedos cruzados
Juras que não deveriam ser juradas.
E segue o grito calado, por crer não valer o seu brado:
"Chega de viver enganado! Basta do engando vivenciado!"