domingo, 9 de novembro de 2014

Do que faço, do que não faço, faço eu...



Tudo passa! Até a uva passa!
Tudo muda! Até a surda muda!

Com essas piadinhas sem graça é que começo meu pensamento:

Dizem que para EU melhorar, devo deixar, mesmo por hora, de fazer as coisa que faço.
Ué!? Mas Eu sou as coisas que faço!
Então pra que EU melhore, devo deixar (mesmo que por um tempo) de seu Eu mesmo!?

?

Perguntão daí: Como deixar o que faço (que sou EU)? Se quando o deixo, me preocupo ainda mais (talvez porque sou eu deixando Eu de lado) com as coisas que, aí, não faço, e me sinto então sem direito de opinar, pois não participo, e me obrigando a guardar isso só pra mim.
O correto deve ser, realmente esquecer, e assim, não temporariamente, mas pra sempre, deixar de ser EU.

Me lembro daqueles cadernos de mensagens que tinha quando era criança/adolescente, lia-se ali várias vezes: "Você é muito legal nunca mude", "Continue sendo sempre esse cara" ou ainda, "Nunca mude o seu jeito de ser"! Que frasezinhas mais clichês! Como nunca mudar? A vida é uma constante mudança! Claro, existem coisas transcendentes, valores e princípios que nunca mudam nem nunca devem mudar, mas no demais... Pfhr! Tudo passa... Até a vida passa!

Mas enfim, seria o segredo esquecer? Deixar que as coisas se vão?
Talvez mesmo, o descanso esteja em mudar!
Mudar as atitudes.
Mudar o Eu.
ou, quem sabe, o pensamento...



"Você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você" (William Shakespeare)

Gosto deste conto, faz refletir! Isto também passará.