domingo, 28 de abril de 2013

Gracias



A ti que não tem ouvidos

E ouves meus desabafos todos

Meu singelo muito obrigado.

Sem ti eu enlouqueço.


É pra teus braços que volto

À toda noite

Em teu aconchego

Repousa meu corpo cansado.


O sino


23:30h e o badalar de um sino

Desperta a cidade inerte em seu sono

O badalo maciço ao bater seu corpo no metal

Parece que chora também

As mãos que o evocam não desejam tal incumbência

Porém, continuam com destreza seu amargo ofício.