domingo, 2 de dezembro de 2012

O CHEIRO DO NATAL



Parece-me que o natal tem perdido a sua magia. O que será que acontece?
Será que estou ficando velho? Ou será que não estou me preparando bem?
                                                  
Quero sentir de novo o cheiro do natal! Que certamente é o perfume de Deus.
E este perfume nem se compara aos tão comuns perfumes que tanto vemos nesta época.
Perfumes, sabores e amores que um “outro natal” vende por aí.

De onde exala o perfume do natal? Sei que é Deus que o fabrica.
Mas em que frasco é armazenado? Lembro que sentido do perfume, obviamente, é perfumar.
Então porque um perfume tão sublime ficar guardado?
Será que estão deixando para uma ocasião especial?
Se sim, qual seria mais especial que o próprio natal?

Onde ele está? Onde o esconderam?
Nas flores...? No vento...? ... No coração??
Ah! Quem sabe neste último!? Isto explicaria o fato de não sentirmos o seu odor.
Pois, se está guardado no frasco do coração, alguns de nós nem lembram que tem coração.
Outros preferem não usá-lo, com medo que ele quebre.
Sim, pois se trata de um frasco muito frágil.

Sempre ao sairmos, nos perfumamos. Sobretudo, em ocasiões especiais.
Oxalá, que todos os dias, ao sairmos, pudéssemos também abrir o frasco do coração
E borrifar porções generosas do perfume divino; e que o perfume se espalhasse pelos ventos.
E talvez o mundo todo pudesse sentir de novo o perfume original e incomparável do Natal.

Eu já começo a senti-lo...

sábado, 10 de novembro de 2012

Pra não dizer que também não falei das flores


O coração é indomável
E parece ter mente própria
E por certo, as idéias diferem sempre às de seu dono.

Como pode o coração desejar ter tudo,
E quando encontra tudo, tudo o que procura,
Simplesmente mudar de idéia, e querer outra coisa?
(se não, não querer mais nada mesmo)

Procurei a flor mais perfumada,
Pelos bosques mais distantes até encontrá-la.
E o danado agora, tem desejos de regar à outra,
E por vezes tocar as delicadas pétalas de outras...

Flores, sempre flores...
A mente quer ela, o coração sempre elas.
Quem vencerá?

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

PELA JANELA DO HOTEL





Pela janela do hotel, foi que vi o louco passar.
De bicicleta e a gritar que o mundo, esse sim é que é doido.
E foi-se embora a cantar. 
E então eu pergunto agora: quem é o louco nessa hora?
Quem é que é são agora?
Sou eu aqui? Ou é ele lá fora?

 Vejo também o sujeito sério
Que passa resmungando.
E o outro ainda, ocupado de mais
Digitando no celular
Não olha para o lado
Nem vê o tempo e o ônibus passar.

E aquela morena bonita! De longo cabelo.
A loira de jeans apertado! Uau!
Parece até que sinto o seu cheiro.

Pela janela do hotel vejo os carros que passam depressa.
E também os que ficam bem ali em baixo.
Com seu som infernal que faz tremer a vidraça
E quase não me deixa dormir.
Mas vejo também o povo que chega
E com eles assisto à missa na Matriz.

Pela janela do hotel
Eu posso vê-los passar
E eles também podem me ver, parado, somente a olhar.

Por que fico aqui olhando pela janela do hotel?
Não deveria estar eu ali a contemplar?
Do outro lado do vidro
Que protege a minha alma
Mas ainda assim, a deixa enxergar.

Calo-me!
Deixa que fale a Alma!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Tempo...


O que eu faria se tivesse tempo?
- Talvez, plantaria uma flor;
- Talvez, preparasse uma boa refeição à alguém especial;
- Quem sabe, encontraria alguém especial... Ou ao menos, poderia buscá-la;
- Talvez, eu leria livros... Ou quem sabe, os escreveria;
- Talvez encontraria Deus; Pois, este já o busco mesmo se tempo;
- Cuidaria da saúde? Curtiria a família? Estudaria?
- Talvez, em fim, viveria...
E você? O que faria se tivesse tempo?

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Caraca! Afinal, o que é o amor?


Todos falam nele... mas, será que realmente sabemos o que ele é?
Confesso que apesar de ser um fã desse sentimento, eu não o entendo muito. (o que não quer dizer que não o busque)
Andei pensando, e mais do que nunca, concordo que Deus é amor. Pois deus é puro mistério, e o amor... Idem!
Disseram-me um dia que: “não há amor sem sofrimento” e que verdade mais dolorida!
Mas provavelmente, se não fosse assim não haveria a menor graça. Pois, como disse o poeta: “Não se ama porque é fácil, ama-se porque é preciso”.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Uma estranha carta


Ó Pai! Em situação deveras confusa me encontro:
Uma carta de uma amiga me deixou assim, surpreso e sensivelmente assustado. Não sei se é minha falta de fé, ou paranóia dela. Ou quem sabe, um mal entendido somente.
Eu sou um escolhido teu???? Mas ... não o somos todos? Que teria eu de diferente?
Tens uma missão???? E todos não temos? Porque tão diferente tu?
Orarei por ela! Claro! E sempre. Te quero bem! Porém, não compreendo. Sinto tuas palavras em tom de profecia, um tanto quanto apocalípticas.
Seria o fim? Espero que não! Afinal tudo é tão belo, (ou feio, depende de como olhamos). Mas a tanto por vir. Ou... haveria...?
Seria mais importante a missão do que o amor? Mas, a missão não é amar?
Não sei se respondo sua carta, ou se só faço (e farei) o que me pediste: orar por ti e tua missão; e rezar pela minha salvação.
É este meu desabafo, Pai querido!
Protege-a e ilumina. Só tu sabes o que ele necessita.



Espero que ela me entenda. Não a estou julgando, nem sendo sarcástico, mas sim preocupado.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Confuso


Como descrever o que sinto agora? Se posso não estar sentindo nada?
Um desejo ardente como brasa, que por certo queimaria se não tivesse sido apagada.
Um grito entalado na garganta. Uma história por fazer.
Mãos que estornam sem pensar, pensamentos inacabados, talvez incertos.
O tempo se consome, some a vida...
Confusão mental...
Ânsia de explodir...

domingo, 20 de maio de 2012

Meu aniversário

Não sou do tipo que gosta muito de rascunhos, valorizo a beleza (ou falta dela) e a emoção do momento. Até porque se não fizer no momento da vontade/necessidade, não o faço mais...




Hoje é meu aniversario!
E entre tantos abraços e felicitações continuo me sentindo estranho (as vezes/quase sempre) até a mim mesmo.
Estranhamente sozinho.
Um estranhismo não como os de outrora, nem por isso menos estranho.
Quero dar-me o valor que mereço. Porém, ainda fico no aguardo do bem querer alheio.
Já são quase onze horas e ela ainda não ligou... aguardo... ...aguardo... de fato esqueceu-me...
Eu queria frear a marcha veloz/estonteante/incansável do tempo, que tudo consome, atropela.
Não que não queira envelhecer. Envelhecer/aprender é bom. Quisera eu desfrutar dos sabores da vida e prolonga-los.
Enfim obrigado por me fazer eu.

Parabéns para mim!

quinta-feira, 29 de março de 2012

Um chima... chima... chimarrão!

 Com o friozinho chegando, nada melhor de que um bom chimarrão pra esquentar. Veja ai alguns estudos sobre  o mesmo:


Um prazer compartilhado
Uma roda de chimarrão é um momento de descontração, fazendo parte de um ritual indispensável para unir gerações. O mate pode ser tomado de três maneiras: solito (isoladamente), parceria (uma companheira ou companheiro) e em roda (em grupo).
O mate solito faz parte da cultura do homem que não precisa de estímulo maior para matear do que sua própria vontade. Pode-se dizer que é o verdadeiro mateador, ao contrário do mate de parceria, em que a pessoa espera por um ou dois companheiros. É na roda de mate, porém, que esta tradição conquistou seu apogeu, agrupando pessoas em torno de uma mesma ação: chimarraer.
Aos navegantes de primeira viagem, um aviso: nunca peça um mate, por mais vontade que tenha. Poderá sugeri-lo de forma sutil, esperando que lhe ofereçam. Há um respeito mítico nas rodas de mate.
Curando as ‘borracheras’
A tradição do chimarrão é antiga e remete a tradição à história da colonização espanhola. Soldados espanhóis, que aportaram em Cuba e foram ao México ‘capturar’ os conhecimentos das civilizações Maia e Azteca, em 1536 chegaram à foz do Rio Paraguay. Impressionados com a fertilidade da terra às margens do rio, fundaram a primeira cidade da América Latina: Assunción del Paraguay.
Acostumados a grandes ‘borracheras’ - porres memoráveis que muitas vezes duravam a noite toda - os desbravadores, nômades por natureza, sofriam com a ressaca. Aos poucos, foram tomando o estranho chá de ervas utilizado pelos índios Guarany e notavam que no dia seguinte ficavam melhores. Realmente, o mate amargo é um bom ativante do fígado, auxiliando a curar o mal-estar causado pela bebida.
O porongo e a bomba do chimarrão eram retirados de floresta de taquaras, às margens do rio Paraguay. Por causa da tradição, os paraguaios tomam a bebida fria e em qualquer tipo de cuia. É o chamado tererê, que pode ser ingerido com gelo e limão ou com suco de laranja e limonada no lugar da água.
No Brasil, a erva é socada; na Argentina e no Uruguai, triturada. Nos países do Prata, ela é mais forte e amarga, sendo recomendada para quem sofre de problemas no fígado.

Apesar de simples e informal, a roda de chimarrão tem suas regras. Verdadeiros mandamentos, que devem ser respeitados por todos. Se você é iniciante ou está redescobrindo o costume, observe esses pontos relacionados com boa dose de humor:

01-   NÃO PEÇAS AÇÚCAR NO MATE
O gaúcho aprende desde piazito o porquê do chimarrão se chamar também mate amargo ou, mais intimamente, amargo apenas. Mas se tu és de outros pagos, mesmo sabendo, poderá achar que é amargo demais e cometer o maior sacrilégio que alguém pode imaginar nesse pedaço do Brasil: pedir açúcar. Pode-se por água, ervas exóticas, cana, frutas, feldspato, dollar, etc… mas jamais açúcar. O gaúcho pode ter todos os defeitos do mundo, mas não merece ouvir um pedido desses. Portanto, tchê, se o chimarrão te parece amargo demais, não hesites, pede uma coca-cola com canudinho. Tu vais te sentir bem melhor.
02-   NÃO DIGAS QUE O CHIMARRÃO É ANTI-HIGIÊNICO
Tu podes achar que é anti-higiênico pôr a boca onde todo mundo põe. Claro que é. Só que tu não tens o direito      de proferir tamanha blasfêmia em se tratando de chimarrão. Repito: pede uma coca-cola de canudinho. O canudo é puro como a água de sanga (pode haver coliformes fecais e estafilococos dentro da garrafa, não nele).
03-   NÃO DIGAS QUE O MATE ESTÁ QUENTE DEMAIS
Se todos estão chimarreando sem reclamar da temperatura da água, é porque ela é perfeitamente suportável por pessoas normais. Se tu não és uma pessoa normal, assume tuas frescuras (caso desejes te curar, recomendamos uma visita ao analista de Bagé). Se, porém, te julgas perfeitamente igual aos demais, faze o seguinte: vai para o Paraguai. Tu vai adorar o chimarrão de lá.
04-   NÃO DEIXES UM MATE PELA METADE
Apesar da grande semelhança que existe entre o chimarrão e o cachimbo da paz, há diferenças fundamentais. Como o cachimbo da paz, cada um dá uma tragada e passa-o adiante, já o chimarrão não. Tu deves tomar toda a água servida até ouvir o ronco da cuia vazia. A propósito, leia logo o mandamento abaixo.
05-   NÃO TE ENVERGONHES DO "RONCO" NO FIM DO MATE
Se, ao acabar o mate, sem querer fizer a bomba "roncar", não te envergonhes. Está tudo bem, ninguém vai te julgar mal-educado. Esse negócio de chupar sem fazer barulho vale para a coca-cola com canudinho que tu podes até tomar com o dedinho levantado (fazendo pose de assumida).
06-   NÃO MEXAS NA BOMBA
A bomba de chimarrão pode muito bem entupir, seja por culpa dela mesma, da erva ou de quem preparou o mate. Se isso acontecer, tens todo o direito de reclamar. Mas por favor, não mexas na bomba. Fale com quem te passou o mate ou com quem lhe passou a cuia. Mas não mexas na bomba, não mexas na bomba e, sobretudo, não mexas na bomba.
07-   NÃO ALTERE A ORDEM EM QUE O MATE É SERVIDO
Roda de chimarrão funciona como cavalo de leiteiro. A cuia passa de mão em mão, sempre na mesma ordem. Para entrar na roda, qualquer hora serve, mas depois de entrar, espera sempre a tua vez e não queiras favorecer ninguém, mesmo que seja a mais prendada prenda do estado.
08- NÃO CONDENES O DONO DA CASA POR TOMAR O PRIMEIRO MATE
Se tu julgas o dono da casa um grosso por preparar o chimarrão e tomar ele próprio o primeiro mate, saibas que o grosso és tu. O pior mate é o primeiro, e quem toma está te prestando um favor.
09- NÃO DURMAS COM A CUIA NA MÃO
Tomar mate solito é um excelente meio de meditar sobre as coisas da vida. Tu mateias sem pressa, matutando… E às vezes te surpreendes até imaginando que a cuia não é cuia, mas o quente seio moreno daquela chinoca faceira que apareceu no baile do Gaudêncio… Agora, tomar chimarrão numa roda é muito diferente. Aí o fundamental não é meditar, mas sim integrar-se à roda. Numa roda de chimarrão, tu falas, discutes, ris, xingas, enfim, tu participas de uma comunidade em confraternização. Só que essa tua participação não pode ser levada ao extremo de te fazer esquecer a cuia que está na tua mão. Fala quanto quizeres mas não esqueças de tomar o teu mate que a moçada tá esperando.
10- NÃO DIGAS QUE O CHIMARRÃO DÁ CÂNCER NA GARGANTA
Pode até dar. Mas não vai ser tu, que pela primeira vez pega na cuia, que irás dizer, com ar de entendido, que o chimarrão é cancerígeno. Se aceitaste o mate que te ofereceram, toma e esqueces o câncer. Se não der para esquecer, faz o seguinte: pede uma coca-cola com canudinho que ela… etc… etc…
PÉRCIO DE MORAES


 ANÁLISE DO MATE
Pesquisas científicas recentes efetuadas pelo Laboratório Eddy de New York, determinou o seguinte teor de vitaminas, no mate:
Vitamina A (sob forma de beta carotene) 2.200 U.I.
Vitamina B1 57 U.I.
Vitamina B2 (unidades) Sherman Bourquin 69g
Vitamina C 142 U.I.
PROPRIEDADES MEDICINAIS
Apresentando as seguintes propriedades terapêuticas:
Estimulante dos nervos e músculos.
Diurético - favorecendo a diurese.
Estomáquico - facilita a digestão
Sudorífico - benéfico nas gripes e resfriados.
A cafeína contida na erva-mate, atua em casos de cólicas renais, depressões nervosas e fadigas cerebrais em geral.
Você sabia ?. . .
A disseminação da erva-mate é "ornitócora" isto é: os pássaros alimentam-se dos pequenos frutos e depois os expelem envoltos em dejetos, o que concorre para favorecer a sua germinação.

ORAÇÃO DO GAÚCHO
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e com licença do Patrão Celestial. Vou chegando, enquanto cevo o amargo de minhas confidências, porque ao romper da madrugada e ao descambar do sol, preciso camperear por outras invernadas e repontar do Céu, a força e a coragem para o entrevero do dia que passa. Eu bem sei que qualquer guasca, bem pilchado, de faca, rebenque e esporas, não se afirma nos arreios da vida, se não se estriba na proteção do Céu. Ouve, Patrão Celeste, a oração que te faço ao romper da madrugada e ao descambar do Sol: "Tomara que todo o mundo seja como irmão ! Ajuda-me a perdoar as afrontar e não fazer aos outros o que não quero para mim". Perdoa-me, Senhor, porque rengueando pelas canhadas da fraqueza humana, de quando em vez, quase sem querer, em me solto porteira a fora... Êta potrilho chucro, renegado e caborteiro... mas eu te garanto, meu Senhor, quero ser bom e direito ! Ajuda-me, Virgem Maria, primeira prenda do Céu. Socorre-me, São Pedro, Capataz da Estância Gaúcha. Pra fim de conversa, vou dizer meu Deus, mas somente para ti, que tua vontade leva a minha de cabresto pra todo o sempre e até a querência do Céu. Amém.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Versos de algum ninguém

Fui alguém a muito tempo atras
tanto que já nem me lembro mais.
Eu tinha tudo. Tudo o que nem sei.
Será que ainda terei?

Caminhando vou, rumo ao horizonte
nesta busca infinita
de algo que talvez nunca encontre.

Ao cruzar terras e léguas
entre a luz e as trevas
é o vento meu guia incomum
me leva sempre a lugar nenhum.

Ao menos agora sei
que é só nada o que sei.
e que tudo tudo isso já ensinei.




Outro daqueles com cara de texto de criança.
queria tanto que minha professora de língua portuguesa vise meus textos... não por que acho que sentiria orgulho, mas sim por que corrigiria meus erros. A ela e a todos que de uma forma ou de outra foram, e são professores em minha vida, meu total carino e respeito.

sábado, 7 de janeiro de 2012

A despedida

  Que momento, no mínimo, interessante é o da despedida! Um paradoxo intrigante: Ao partir garantimos a possibilidade da alegria do reencontro; porém, choramos a dor da separação.


Desculpe-me se não sou o que você lembrava. O tempo me fez esquecer o que eu sou.
Vejo-te ai tão bela... A momentos de minha pessoa.
Nostalgicamente fico a apreciar. Tão perto, e tão distante.
E querendo ficar foi que parti.
Querendo parar, foi que continuei.
Ah vontade de voltar! Esta se pôs a me perseguir, e a cada metro do caminho para casa tornava-se maior.
Ainda assim, não foi maior que o desejo do teu beijo na despedida.
Fui, mas o coração ali ficou.
Onde é que estava minha coragem?
Perdida em teus lindos olhos talvez.
Porque estava tão distante?
Haverei de vê-la outrora.
Mas quando a verei?
Haverei!... A verei...


 Mais um da coleção "parece-me que falta terminar". Talvez seja esta a minha sina: construir o inacabado. Começar...
e falando em começo:
FELIZ ANO NOVO!